5 de agosto de 2025 às 13:59
Em 1812, durante a retirada da Rússia, o exército de Napoleão, composto por cerca de 600 mil soldados, sofreu um duro golpe.
Aproximadamente metade da tropa foi dizimada pela combinação de doenças, fome e condições climáticas extremas. Agora, uma análise genética de ponta revelou os patógenos que podem ter contribuído para essa catástrofe histórica. As informações são da NewScientist.
Entre outubro e dezembro de 1812, enquanto o exército francês recuava em direção à fronteira polonesa, mais de 300 mil soldados franceses morreram, principalmente devido a doenças, fome e o frio intenso.
Relatos históricos de sobreviventes indicavam que doenças como o tifo e a febre das trincheiras seriam as principais causas de morte. Esses relatos foram corroborados por testes genéticos realizados quase duas décadas atrás.