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Meta pode receber multa de US$ 1 bilhão na UE por práticas antitrustes

A empresa é investigada dentro da Lei de Mercados Digitais por usar um modelo em que usuários deveriam pagar US$ 14 para usar Instagram e Facebook ou consentir que seus dados fossem utilizados para anúncios direcionados

Ramana Rech
Ramana Rech

Redatora

Publicado em 25 de março de 2025 às 17h20.

Última atualização em 25 de março de 2025 às 17h49.

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A Meta, de Mark Zuckerberg, pode enfrentar multa de até US$ 1 bilhão na União Europeia por desrespeitar leis antitrustes, segundo o New York Post. A Comissão Europeia, órgão regulador de práticas antitrustes, deve concluir que a companhia não está nas conformidades da Lei de Mercados Digitais (DMA).

Em vigor desde março de 2024, a lei submete as big techs consideradas “guardiãs do portão” a uma lista estrita do que podem ou não fazer. Por enquanto ainda não há certeza sobre o valor da multa que a Meta irá pagar, mas pode custar à empresa entre centenas de milhares de dólares ou até mesmo US$ 1 bilhão. A investigação deve terminar ainda nesta semana e o anúncio deve seguir logo após.

Em 2024, a União Europeia acusou a Meta de violar a DMA ao forçar clientes a usarem um modelo “pague ou consinta” para anúncios no Instagram e Facebook. Em 2023, a empresa lançou uma opção em que usuários poderiam pagar o equivalente a US$ 14 e não ter anúncios exibidos na plataforma ou consentir que as redes sociais usassem seus dados para anúncios direcionados.

Além da Meta, a Comissão Europeia anunciou em março de 2024 a abertura de investigações contra Apple e Google. Está sob foco da investigação regras de antidirecionamento das lojas de aplicativos de ambas empresas e a possível autopreferência do Google em seu motor de busca.

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