Tecnologia

Google Maps identifica Praça Adolf Hitler e se desculpa

O serviço de mapas apontou durante vários dias para a "Adolf-Hitler-Platz" (Praça de Adolf Hitler) no centro de Berlim


	Google Maps: praça foi nomeada por um colaborador externo e admitido sem questionamentos
 (Divulgação)

Google Maps: praça foi nomeada por um colaborador externo e admitido sem questionamentos (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de janeiro de 2014 às 20h28.

Berlim - O serviço de mapas na internet Google Maps apontou durante vários dias para a "Adolf-Hitler-Platz" (Praça de Adolf Hitler) no centro de Berlim, nomeada por um colaborador externo e admitido sem questionamentos pela supervisão da companhia.

Diversos veículos da imprensa berlinense repercutiram nesta sexta-feira a gafe do Google Maps, identificada por vários usuários da rede social Twitter.

A praça nomeada de Adolf Hitler no aplicativo na verdade se chama Theodor Heuss, em memória do primeiro presidente da República Federal da Alemanha, morto em 1963.

Durante o nazismo, desde a chegada de Hitler ao poder em 1933 até o fim do Terceiro Reich em 1945, o local efetivamente levava o nome do ditador nazista.

Segundo o jornal "Berliner Zeitung", um colaborador anônimo renomeou, no início do ano, no serviço de mapas o nome de "Adolf-Hitler-Platz", como alternativa à denominação atual, o que foi aceito por um supervisor da companhia.

Depois do alerta de outro usuário, em 9 de janeiro, da existência do nome, o Google pediu desculpas. "Tomamos conhecimento de um nome errado e impróprio em Berlim e corrigimos isso o mais rápido possível", se explicou o gigante de buscas em um e-mail para a NBC News. "Pedimos desculpas por este erro."

Acompanhe tudo sobre:PolíticosInternetGoogleLocalizaçãoMapasGoogle MapsCriminosos de guerraadolf-hitler

Mais de Tecnologia

Após lançamento do iPhone 17, Apple pode aposentar outros sete modelos; veja quais

Pesquisadores chineses desenvolvem chip para comunicação sem fio ultrarrápida

Setor de telecomunicações investiu R$ 16,5 bilhões no 1º semestre

Disputa judicial no Reino Unido com redes sociais 'controversas' abre discussão sobre punições