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Para vencer a crise, Triunfo terá de vender o que conseguir

A concessionária Triunfo foi um símbolo do modelo de concessões da era PT. Foi ousada, arrematou tudo que pôde e acabou com uma dívida impagável.

Aeroporto de Viracopos, em Campinas: modelo de concessão em xeque (Germano Luders/Exame)

Aeroporto de Viracopos, em Campinas: modelo de concessão em xeque (Germano Luders/Exame)

ML

Maria Luíza Filgueiras

Publicado em 19 de janeiro de 2017 às 05h55.

Última atualização em 19 de janeiro de 2017 às 05h55.

São Paulo — O engenheiro Carlo Alberto Bottarelli cumpriu uma extensa agenda de reuniões nos meses de outubro e novembro — reuniões daquele tipo em que ninguém sai ganhando. Presidente da Triunfo Participações, uma das maiores operadoras de concessões de infraestrutura do país, Bottarelli tinha a difícil missão de convencer bancos e investidores a colocar um pouco mais de dinheiro numa empresa que vive uma situação difícil. Além das dívidas de suas operações, o grupo tinha meio bilhão em dívidas vencendo em novembro e  o caixa estava quase zerado.

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