Demonstração do Microsoft HoloLens em Davos: uso para acelerar o desenho de novos produtos | Jason Alden/Getty Images /
Da Redação
Publicado em 24 de maio de 2018 às 05h00.
Última atualização em 24 de maio de 2018 às 05h00.
O museu de ciência e tecnologia da Alemanha, em Munique, exibe com orgulho a maior coleção mundial de máquinas inventadas pela humanidade. Fundado por uma associação de engenheiros no início do século 20, o museu expõe desde uma roda d’água da Idade Média e uma reprodução da primeira máquina a vapor do século 18 até os primeiros robôs usados em linhas de montagem nos anos 70. É uma coleção, portanto, dedicada ao mundo físico e que passa por uma grande reforma — esperada para seguir até 2025 — para responder a um desafio fundamental: como exibir invenções atuais que parecem, muitas vezes, viver no éter, como big data, inteligência artificial e internet das coisas? Tecnologias como essas estão hoje modificando o processo produtivo e o modo de trabalho de empresas e pessoas ao redor do mundo, propiciando flexibilidade, redução de custos e maior individualização de soluções e produtos. A questão de fundo é: como definir a Quarta Revolução Industrial em um só objeto para colocá-lo na prateleira de exibição?