Bolsa de Nova York: a investigação sobre informações privilegiadas pode ter implicações na eficiência do mercado (Getty Images)
Da Redação
Publicado em 18 de fevereiro de 2011 às 11h40.
A expressão “informação privilegIada” entrou de vez para o vocabulário dos americanos médios em 2004, quando Martha Stewart, apresentadora de TV e dona de um negócio milionário ligado ao mundo dos afazeres domésticos, foi parar na cadeia. Em 2001, como milhares de outros americanos, ela era acionista da ImClone Systems, companhia de biotecnologia que buscava aprovação de um remédio promissor contra o câncer. Mas, ao contrário dos outros investidores, Martha Stewart soube com antecedência que o fundador da ImClone venderia as próprias ações. A apresentadora fez o mesmo.