Exemplo a ser evitado: em países como a Espanha, o custo do trabalho passou a gerar prejuízo — e desemprego (Jasper Juinen/Getty Images)
Da Redação
Publicado em 1 de maio de 2013 às 09h12.
São Paulo - As leis trabalhistas têm, no Brasil e no mundo, uma situação incomum — conseguem ser boas e ruins ao mesmo tempo. Dizer que são boas tornou-se, hoje, um consenso mais ou menos universal, mas não ajuda muito nas reflexões racionais em torno do tema; é mais ou menos como declarar-se a favor da luz elétrica ou da água encanada, benefícios com os quais todo mundo concorda (com exceção, é claro, desta ou daquela seita ambientalista), e que, portanto, dispensam maiores discussões filosóficas.