Amos Genish, da Vivo: ele prometeu aos subordinados que faria “o elefante dançar” (Germano Luders/Exame)
Da Redação
Publicado em 20 de junho de 2016 às 11h34.
São Paulo — O dia 14 de abril foi carregado de simbolismo para o israelense Amos Genish, presidente da maior operadora de telefonia do país, a Vivo. Essa, afinal, foi a data da morte programada da GVT, empresa fundada pelo próprio Genish 16 anos antes, num pequeno escritório no centro de Curitiba.