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Presidente da Vivo quer a operadora com coração de startup

O israelense Amos Genish ganhou fama ao fundar a GVT e vendê-la por R$ 22 bilhões. Agora ele tenta implantar na maior operadora do país um coração de startup

Amos Genish, da Vivo: ele prometeu aos subordinados que faria “o elefante dançar” (Germano Luders/Exame)

Amos Genish, da Vivo: ele prometeu aos subordinados que faria “o elefante dançar” (Germano Luders/Exame)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de junho de 2016 às 11h34.

São Paulo — O dia 14 de abril foi carregado de simbolismo para o israelense Amos Genish, presidente da maior operadora de telefonia do país, a Vivo. Essa, afinal, foi a data da morte programada da GVT, empresa fundada pelo próprio Genish 16 anos antes, num pequeno escritório no centro de Curitiba.

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