Arap, da Confederação Brasileira de Rugby: desde 2010, a lista de patrocinadores quadruplicou (Germano Lüders/EXAME)
Da Redação
Publicado em 3 de fevereiro de 2014 às 13h13.
São Paulo - Vestir a camisa da seleção é o auge da carreira de qualquer atleta. No caso do rúgbi brasileiro, porém, durante muito tempo estar entre os melhores envolveu pouco ou nenhum glamour. Para praticar o esporte, além de suar a camisa, os jogadores bancavam cada centavo do próprio bolso — dos uniformes ao transporte nos dias de jogo. Para enfrentar rivais, viajavam até 15 horas de ônibus.