Revista Exame

Executivos apontam o que falta para retomada do crescimento

Presidentes de grandes corporações apontam como o setor privado pode ajudar o Brasil a diminuir seu atraso digital

DG

Denyse Godoy

Publicado em 22 de outubro de 2020 às 05h19.

Em meio à urgência de proteger colaboradores, apoiar clientes e remodelar negócios gigantes no meio de uma pandemia e sem nenhuma referência anterior, é mais importante do que nunca, para os líderes, lembrar que o impacto das decisões tomadas agora vai se perpetuar por muito tempo. O mundo está mais complexo, mas dá para começar com o básico. Veja como, no Manual do Investidor

Como a tecnologia tem significado a diferença entre morrer e se reinventar, essa é a área que vem recebendo mais atenção nas empresas — e é também onde as profundas diferenças sociais e econômicas que caracterizam o Brasil ficam escancaradas.

No Ranking Global de Competitividade Digital, parceria da escola de negócios suíça IMD com a brasileira Fundação Dom Cabral, o país figura na 51a posição entre 63. Avançou seis passos graças à melhoria no quesito conhecimento, mas ficou estagnado na tecnologia e na capacidade de se preparar para o futuro.

Com a reflexão dos últimos meses, os presidentes de grandes corporações que fazem parte do CEOs Legacy — grupo de discussão de legados relevantes e sustentáveis para a sociedade da FDC — apontam como a iniciativa privada pode ajudar o Brasil a avançar nessas questões em que empacou, construindo bases mais fortes para o país crescer no futuro.

(Germano Lüders, Leandro Fonseca/Divulgação)

Acompanhe tudo sobre:ExecutivosExecutivos brasileirosBrasil

Mais de Revista Exame

Rumo aos 50

Brasil é vice-campeão global em tamanho de frota de jatinhos

Pequenas empresas, grandes tarifas: como as PMEs estão se reinventando com o tarifaço

Ela está criando o 'banco do agricultor' direto do WhatsApp — e mira os R$ 15 milhões