Zuckerberg: o Google é acadêmico, o Facebook é prático (Justin Sullivan/Getty Images)
Da Redação
Publicado em 8 de abril de 2011 às 18h02.
"Yeah.” Quando o jovem americano Mark Zuckerberg diz “yeah”, quem está conversando com ele sabe que o corpo pode estar ali, mas a cabeça está longe, muito longe. Primeiro risco de uma entrevista com Zuckerberg: ouvir um “yeah”. Segundo risco: não conseguir extrair nada além de platitudes. Para quem criou e é dono de uma empresa social, Zuckerberg tem uma notável ausência de carisma. Já virou clichê descrevê-lo como um robô, mas é difícil não cair nessa tentação.