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A vez da inteligência artificial na medicina

No mundo e no Brasil, a inteligência artificial passa a ser adotada em larga escala na medicina. O EXAME Fórum Saúde discutiu essa tendência

Hospital Albert Einstein, em São Paulo: uso de inteligência artificial para reduzir o tempo de internação dos pacientes (Germano Lüders/Exame)

Hospital Albert Einstein, em São Paulo: uso de inteligência artificial para reduzir o tempo de internação dos pacientes (Germano Lüders/Exame)

CC

Clara Cerioni

Publicado em 20 de junho de 2019 às 05h42.

Última atualização em 25 de junho de 2019 às 14h23.

Em 2006, a gestão do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, projetava que seriam necessários 400 milhões de reais para a construção de um novo prédio num futuro próximo. O cálculo levava em conta a expansão da oferta de leitos de internação para atender a uma demanda crescente de pacientes. Mais de uma década se passou e o plano não foi colocado em prática. O motivo? A expansão se provou desnecessária. Na época em que o plano foi elaborado, o setor de saúde ainda não vislumbrava a transformação que o uso de tecnologias como inteligência artificial e big data poderia trazer para a gestão dos hospitais.

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