Revista Exame

A conquista da América engarrafada

Traições, inveja, incompetência. Livro mostra por que a família fundadora da cervejaria Anheuser-Busch não conseguiu resistir ao ataque dos brasileiros da InBev

Sede da Anheuser-Busch nos Estados Unidos: foram necessários quase 20 anos para que os empresários brasileiros conseguissem comprar a cervejaria americana (Joe Raedle/Getty Images)

Sede da Anheuser-Busch nos Estados Unidos: foram necessários quase 20 anos para que os empresários brasileiros conseguissem comprar a cervejaria americana (Joe Raedle/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de fevereiro de 2011 às 11h39.

Parecia um conto de fadas. Os protagonistas da história tinham nome de nobres, viviam num mundo encantado de cavalos de raça e hotéis cinco estrelas, pilotavam seus próprios aviões e passavam o tempo livre jogando golfe em clubes exclusivíssimos. Durante décadas, foi assim que viveram os membros da família Busch, dona da mais tradicional e celebrada cervejaria americana, a Anheuser-Busch, fundada em 1852, em St. Louis, às margens do rio Mississippi. Tudo — no clã e na empresa — era superlativo. Fabricante da Budweiser, um ícone do consumo nos Estados Unidos, a Anheuser-Busch chegou a ter mais da metade do mercado americano e ostentava o título de maior cervejaria do mundo.

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