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WeChat, da China, busca fatia da loja de aplicativos da Apple

Lançamento do "Xiaochengxu" desafia a ideia do fundador da Apple, Steve Jobs, de uma loja de aplicativos supervisionada pelo fabricante do iPhone

WeChat: função permite que os usuários acessem os serviços dos comerciantes sem precisar baixar seus aplicativos (Bloomberg)

WeChat: função permite que os usuários acessem os serviços dos comerciantes sem precisar baixar seus aplicativos (Bloomberg)

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Reuters

Publicado em 10 de janeiro de 2017 às 12h54.

Pequim - O WeChat, maior rede de mídia social móvel da China, está oferecendo aos seus 768 milhões de usuários uma função que lhes permite contornar lojas de aplicativos, como a da Apple.

O lançamento do "Xiaochengxu", que se traduz como "miniprogramas", desafia a ideia do fundador da Apple, Steve Jobs, de uma loja de aplicativos supervisionada pelo fabricante do iPhone, o dispositivo que marcou seu décimo aniversário na segunda-feira.

As lojas de aplicativos administradas pela Apple e Google geram bilhões de dólares em receita global e a China é um mercado-chave, pois seus usuários dependem fortemente de seus telefones para tarefas diárias que vão desde compras de supermercado até compromissos.

A Tencent Holdings Ltd, da WeChat, informou nesta terça-feira que a função permite que os usuários acessem os serviços dos comerciantes sem precisar baixar seus aplicativos.

Estes seriam transferidos no passado através das lojas de aplicativos da Apple ou pelas companhias locais, tais como 360 e a plataforma própria de Tencent, para apps do Android.

A Tencent informou ter visto uma "resposta encorajadora" de comerciantes, incluindo Didi Chuxing, Dianping.com, Meituan.com, 58.com, JD, bem como companhias aéreas, agências de viagens e hotéis.

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