Negócios

Turbulência cambial em emergentes é obstáculo para Philips

Volatilidade do câmbio em mercados emergentes e fraqueza nas encomendas de equipamentos de saúde vão implicar em um lento começo de ano

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de janeiro de 2014 às 08h41.

Amsterdã  - A Philips disse nesta terça-feira que a volatilidade do câmbio em mercados emergentes como Turquia, Argentina e Indonésia e fraqueza nas encomendas de equipamentos de saúde vão implicar em um lento começo de ano.

Há muito conhecida por seus produtos de áudio e vídeo, a Philips não conseguiu enfrentar a concorrência de rivais asiáticas de baixo custo e, em vez disso, mudou seu foco para equipamentos de saúde e iluminação de consumo de energia mais eficiente como parte de uma ampla reestruturação.

Após um grande avanço sobre países como a China, Índia e Rússia nos últimos anos, mais de um terço das vendas da empresa agora vêm das economias mundiais em desenvolvimento.

"O que me preocupa são as flutuações cambiais e a agitação em alguns países, por exemplo a Turquia, ou o peso na Argentina ou a rúpia indonésia", disse o presidente-executivo, Frans van Houten, à Reuters Insider.

A Philips divulgou lucro antes de juros, impostos e amortização (Ebita) melhor que o esperado para o quarto trimestre e atingiu metas financeiras para o ano inteiro, graças a melhoras em todos os seus negócios depois de dois anos de cortes de custos, venda de negócios com baixo retorno e direcionamento de novos produtos para mercados emergentes.

O Ebita do quarto trimestre ficou em 884 milhões de euros (1,2 bilhão de dólares), ante um prejuízo de 50 milhões de euros no ano anterior. A companhia teve lucro líquido de 412 milhões de euros ante prejuízo de 420 milhões de euros. As vendas subiram 7 por cento, para 6,8 bilhões.

Analistas previam, em média, lucro líquido em 455 milhões de euros e Ebita de 839 milhões sob vendas de 6,8 bilhões de euros.

Acompanhe tudo sobre:CâmbioEmpresasEmpresas holandesasempresas-de-tecnologiaIndústria de eletrodomésticosIndústria eletroeletrônicaPaíses emergentesPhilipsVendas

Mais de Negócios

Essa mulher de 27 anos começou negócio com máquina de costura de US$ 100 – hoje fatura 6 dígitos

Esse ator milionário disse ao filho de 13 anos que ele teria que trabalhar para ter tênis de luxo

Essa mulher de 41 anos abriu negócio que rende US$ 600 mil: 'É a melhor forma de ganhar dinheiro'

Esse homem de 52 anos largou o emprego, comprou empresa falida e hoje fatura US$ 103 milhões