Negócios

Toyota pede desculpas aos pilotos após desqualificações

Os carros que foram conduzidos nas 6 Horas de Silverstone foram desqualificados por irregularidades no fundo plano

Akio Toyoda: o presidente da empresa se comprometeu a oferecer aos pilotos dois carros "ainda mais fortes para a próxima corrida", que será disputada no circuito de Fuji no dia 14 de outubro (Mike Blake/Reuters)

Akio Toyoda: o presidente da empresa se comprometeu a oferecer aos pilotos dois carros "ainda mais fortes para a próxima corrida", que será disputada no circuito de Fuji no dia 14 de outubro (Mike Blake/Reuters)

E

EFE

Publicado em 21 de agosto de 2018 às 11h16.

Última atualização em 21 de agosto de 2018 às 11h17.

Madri - O presidente da Toyota Motor Corporation, Akio Toyoda, se desculpou nesta terça-feira com os seis pilotos que competiram nas 6 Horas de Silverstone "por não poder ter feito um carro com o qual pudessem ganhar".

O carro número 8, guiado pelo espanhol Fernando Alonso, o suíço Sebastien Buemi e o japonês Kazuki Nakajima, e o número 7, pilotado pelo inglês Mike Conway, o japonês Kamui Kobayashi e o argentino José María López, foram desqualificados por irregularidades no fundo plano.

O veículo de Alonso chegou a vencer a prova, mas os resultados da equipe foram anulados. O triunfo ficou com o carro Rebellion número 3, do francês Thomas Laurent, do americano Gustavo Menezes e do suíço Mathias Beche.

"Todos os nossos pilotos levaram nossos carros até a sua máxima potência e a luta pela vitória foi realmente emocionante para os torcedores, por isso me sinto realmente decepcionado por ter perdido o resultado. Gostaria de pedir desculpas aos nossos seis pilotos por não poder ter feito um carro com o qual pudessem ganhar", disse Akio Toyoda.

Em comunicado, o presidente da empresa se comprometeu a oferecer aos pilotos dois carros "ainda mais fortes para a próxima corrida", que será disputada no circuito de Fuji no dia 14 de outubro.

Acompanhe tudo sobre:CarrosEsportescarros-esportivosToyotaCompetição

Mais de Negócios

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões

Começou sem capital e manteve a equipe intacta — hoje lidera uma gigante de US$ 17 bi