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Obras da Serra do Cafezal devem acabar até o final de 2016

A duplicação da Serra do Cafezal é a principal obra do contrato de concessão da Autopista Régis Bittencourt e uma das atuais prioridades da Arteris


	Régis Bittencourt: o atraso nas obras se deve, em parte, à dificuldade de obtenção da licença ambiental, emitida apenas em janeiro de 2013 quando o cronograma previa a conclusão em fevereiro de 2017
 (Ciete Silverio/Quatro Rodas)

Régis Bittencourt: o atraso nas obras se deve, em parte, à dificuldade de obtenção da licença ambiental, emitida apenas em janeiro de 2013 quando o cronograma previa a conclusão em fevereiro de 2017 (Ciete Silverio/Quatro Rodas)

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Da Redação

Publicado em 15 de maio de 2015 às 13h14.

São Paulo - A Arteris trabalha com a meta de terminar as obras da Serra do Cafezal, na rodovia Régis Bittencourt, até o final do ano que vem, ou, no "mais tardar", início de 2017.

"A duplicação da Serra do Cafezal está 100% contratada", disse o diretor de Relações com Investidores da companhia, Alessandro Levy. "O cronograma está em estágio avançado e a previsão nossa é realmente concluir até o final de 2016", acrescentou.

Levy lembrou que a companhia obteve um aditivo contratual relacionado ao projeto, no final do ano passado, no montante de aproximadamente R$ 400 milhões.

Com esse aditivo, a tarifa de pedágio terá um aumento de R$ 0,30, escalonado em três anos, sendo que R$ 0,10 já estão sendo contabilizados na tarifa atual, outros R$ 0,10 devem ser incluídos no reajuste anual deste ano e os demais R$ 0,10 ao final de 2016, quando a concessionária deve terminar a obra.

A duplicação da Serra do Cafezal é a principal obra do contrato de concessão da Autopista Régis Bittencourt e uma das atuais prioridades da Arteris. Pelo cronograma original já deveria estar pronta.

O atraso se deve, pelo menos em parte, à dificuldade de obtenção da licença ambiental, que foi emitida apenas em janeiro de 2013 e o cronograma atual prevê a conclusão em fevereiro de 2017. No total, a duplicação é de 30 quilômetros, entre os km 336,7 (Juquitiba-SP) e km 367 (Miracatu-SP) e inclui 34 pontes e viadutos e quatro túneis.

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