Negócios

Monsanto planeja aumento de oferta pela Syngenta

As chances de que órgãos antitruste possam bloquear a fusão continuam altas


	Syngenta: as chances de que órgãos antitruste possam bloquear a fusão continuam altas
 (Gianluca Colla/Bloomberg)

Syngenta: as chances de que órgãos antitruste possam bloquear a fusão continuam altas (Gianluca Colla/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de junho de 2015 às 11h47.

Londres/Frankfurt - A norte-americana Monsanto e seus assessores trabalham a todo vapor para resolver todos os receios da Syngenta sobre possíveis problemas regulatórios para um acordo cujos riscos podem facilmente superar os benefícios.

Bancos de investimento e analistas esperam que a Monsanto eleve sua oferta em cerca de 10 por cento, para cerca de 500 francos suíços por ação, enquanto outros dizem que a Monsanto não pode se dar o luxo de ter uma nova proposta recusada e estaria disposta a fazer uma oferta de 550 francos para adquirir a empresa suíça.

Por outro lado, as chances de que órgãos antitruste possam bloquear a fusão continuam altas, uma vez que a empresa combinada iria controlar mais de 40 por cento do mercado norte-americano de sementes.

"O acordo pode não acontecer", disse uma fonte próxima à Syngenta que pediu para não ser identificada.

A fonte disse que há um crescente ceticismo entre os diretores da Syngenta de que as barreiras antitruste possam ser superadas.

A Monsanto disse em 20 de maio que tornaria o acordo "muito limpo" e "realmente fácil de ser feito", nas palavras do seu diretor de operações Brett Begemann, citando a venda da unidade de sementes da Syngenta e certos ativos de agroquímicos.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasAgriculturaTrigoEmpresas americanasEmpresas suíçasSyngentaMonsanto

Mais de Negócios

Milhares de pacotes com camarão são recolhidos de supermercados nos EUA por risco de contaminação

Últimos dias para se inscrever no Prêmio Melhores dos Negócios Internacionais 2025

Startups estão fracassando por excesso de investimento, mostra pesquisa de Harvard

CEO da Nvidia chega a fortuna de US$ 142 bilhões e ameaça posição de Warren Buffett