Negócios

McDonald's tem queda acima do esperado nas vendas em janeiro

Vendas em janeiro em restaurantes abertos no mundo todo caíram 1,9%

McDonald's em Miami, Florida: analistas consultados pela Consensus Metrix esperavam um declínio de 1,1% (Joe Raedle/Getty Images)

McDonald's em Miami, Florida: analistas consultados pela Consensus Metrix esperavam um declínio de 1,1% (Joe Raedle/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de fevereiro de 2013 às 12h22.

O McDonald's disse nesta sexta-feira que as vendas em janeiro em restaurantes abertos no mundo todo caíram 1,9 por cento, uma queda mais forte que a esperada em um momento em que a rede de fast-food luta para atrair consumidores.

O McDonald's alertou, no mês passado, que as vendas no conceito "mesmas lojas" --que considera os restaurantes abertos há pelo menos 13 meses-- cairiam. Analistas consultados pela Consensus Metrix esperavam um declínio de 1,1 por cento.

A rede de fast-food espera que o crescimento das vendas e do lucro sejam pressionados no curto prazo, já que consumidores estão gastando mais cautelosamente diante do crescimento econômico medíocre na maioria dos principais mercados.

As vendas em fevereiro serão afetadas em cerca de 3 pontos percentuais porque o mesmo período de 2012 incluía um dia extra, disse o McDonald's. Em fevereiro de 2012, as vendas cresceram 7,5 por cento.

As vendas comparáveis na Europa caíram 2,1 por cento no mês passado, com fraqueza na Alemanha e França. Analistas esperavam um ligeiro aumento próximo a 0,1 por cento.

Nos Estados Unidos, a queda foi de 0,9 por cento, excedendo a expectativa de analistas de um declínio de 0,3 por cento.

As regiões Ásia/Pacífico, Oriente Médio a África tiveram declínio de 9,5 por cento.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasComércioEmpresas americanasAlimentaçãoMcDonald'sFranquiasRestaurantesFast food

Mais de Negócios

Black Friday: e-commerce fatura R$ 4,76 bi e cresce 11% ante 2024

Exclusivo: Shopee tem Black Friday recorde com maior faturamento no Brasil

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos