Negócios

Magazine Luiza vende participação em CD ao Fundo Kinea

Venda foi assinada pelo valor de R$ 205,5 milhões


	Magazine Luiza: conforme o fato relevante, 90% do valor da venda foi pago hoje e os restantes 10% ficarão retidos numa conta vinculada até o cumprimento de certas condições precedentes
 (Divulgação)

Magazine Luiza: conforme o fato relevante, 90% do valor da venda foi pago hoje e os restantes 10% ficarão retidos numa conta vinculada até o cumprimento de certas condições precedentes (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de junho de 2013 às 21h12.

São Paulo - O Magazine Luiza informou nesta quinta-feira, 27, que assinou um contrato de venda da sua participação de 76,7% no centro de distribuição (CD) localizado no município de Louveira (SP) para o Fundo Kinea Renda Imobiliária Fundo de Investimento Imobiliário - FII, pelo valor de R$ 205,5 milhões. Conforme o fato relevante, 90% desse valor foi pago hoje e os restantes 10% ficarão retidos numa conta vinculada até o cumprimento de certas condições precedentes.

A companhia diz também, no comunicado, que continuará utilizando este centro de distribuição, mediante contrato de locação assinado hoje por um período de dez anos, renovável por demais períodos.

"O principal objetivo do Magazine Luiza com essa transação é concentrar investimentos no negócio principal, varejo de lojas físicas, virtuais e o e-commerce, reduzindo ativos imobiliários, aumentando o retorno para os acionistas e reafirmando seu compromisso com a continuidade do crescimento da companhia", diz a empresa, no fato relevante.

O Magazine Luiza acrescenta que a MTG Administração, Assessoria e Participações, sociedade pertencente ao grupo controlador da companhia, continua detentora de sua participação de 23,3% do centro de distribuição de Louveira.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasComércioVarejoMagazine LuizaVendas

Mais de Negócios

Exclusivo: Shopee tem Black Friday recorde com maior faturamento no Brasil

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses