Negócios

Julgamento de planos econômicos será demorado, diz Santander

Ações reivindicam correção de cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos das décadas de 1980 e 1990


	Santander: banco anunciou no fim de janeiro que teve lucro líquido recorrente de 1,4 bilhão de reais entre outubro e dezembro
 (Leon Neal/AFP)

Santander: banco anunciou no fim de janeiro que teve lucro líquido recorrente de 1,4 bilhão de reais entre outubro e dezembro (Leon Neal/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de fevereiro de 2014 às 19h00.

Rio de Janeiro - O Santander Brasil acredita que o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) das ações que reivindicam correção de cadernetas de poupança por perdas com planos econômicos das décadas de 1980 e 1990 deve ser demorado devido à sua complexidade.

"Os bancos cumpriram as regras e indicações do Banco Central. É um processo que vai demorar", disse o vice-presidente executivo Carlos Galán, em reunião com investidores no Rio de Janeiro.

O STF deve retomar no dia 26 o julgamento das ações, que tratam do direito de ressarcimento por prejuízos decorrentes dos planos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2.

O executivo se recusou a delimitar o tamanho do impacto para o Santander, uma vez que cada plano tem muitas variáveis. "Isso merece um tratamento cauteloso e moderado", acrescentou.

O Santander anunciou no fim de janeiro que teve lucro líquido recorrente de 1,4 bilhão de reais entre outubro e dezembro, queda de 12,3 por cento ante igual período de 2012, mas acima do esperado pela média de estimativas de 8 analistas ouvidos pela Reuters, que apontava lucro recorrente 17,3 por cento menor, a 1,33 bilhão de reais.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSantanderBancosEmpresas espanholasaplicacoes-financeirasSupremo Tribunal Federal (STF)Poupança

Mais de Negócios

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões