Negócios

JBS perde posto de empresa mais internacional do país

A liderança ficou por conta da construtora Norberto Odebrecht; em seguida apareceram Gerdau, InterCement, Stefanini, Metalfrio, Magnesita, Marfrig, e JBS, em 8o

DR

Da Redação

Publicado em 27 de agosto de 2014 às 12h14.

São Paulo - A JBS deixou o posto de empresa mais internacionalizada do Brasil após quatro anos consecutivos na liderança, informou a Fundação Dom Cabral. Segundo estudo elaborado pelo Núcleo de Negócios Internacionais da FDC, a JBS possui um índice de internacionalização de 0,499, caindo para a oitava posição.

A liderança ficou por conta da construtora Norberto Odebrecht, com um índice de 0,549. Em seguida apareceram Gerdau, InterCement, Stefanini, Metalfrio, Magnesita, Marfrig, JBS, Artecola e Ibope.

Esse ranking é elaborado anualmente e classifica o nível de internacionalização das empresas transnacionais brasileiras a partir de variáveis, como receitas, ativos e número de funcionários em outros países.

Pelo índice de receitas, a JBS se mantém na liderança, com 0,701. Isso significa que 70,1% das receitas do frigorífico são provenientes do exterior. Em seguida aparecem a Odebrecht, com 0,652, e Magnesita, com 0,644.

O estudo também revelou o ranking de Internacionalização de Franquias Brasileiras, focado nas particularidades do processo de internacionalização por meio do sistema de franchising.

A Localiza assumiu a primeira posição, com um índice de 0,094. Em seguida aparece a Mundo Verde (0,036). Hering e Arezzo também aparecem no ranking, na sexta e nona posição, respectivamente.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasJBSCarnes e derivadosFranquiasFutebolNovonor (ex-Odebrecht)

Mais de Negócios

Milhares de pacotes com camarão são recolhidos de supermercados nos EUA por risco de contaminação

Últimos dias para se inscrever no Prêmio Melhores dos Negócios Internacionais 2025

Startups estão fracassando por excesso de investimento, mostra pesquisa de Harvard

CEO da Nvidia chega a fortuna de US$ 142 bilhões e ameaça posição de Warren Buffett