Negócios

Hidrelétrica negocia para evitar desembolso de acionistas

A informação é de Vitor Paranhos, presidente do consórcio ESBR, responsável por Jirau, que terá 3,7 gigawatts em capacidade quando concluída


	Usina de Jirau: "Estamos em ritmo extremamente acelerado (de obras)... os sócios não têm como colocar dinheiro no projeto e pagar mais esse valor"
 (Cristiano Mariz/EXAME.com)

Usina de Jirau: "Estamos em ritmo extremamente acelerado (de obras)... os sócios não têm como colocar dinheiro no projeto e pagar mais esse valor" (Cristiano Mariz/EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 15 de janeiro de 2016 às 14h09.

São Paulo - A hidrelétrica Jirau, que já iniciou operação mas que ainda tem obras para serem concluídas em Rondônia, está negociando com o governo federal soluções para evitar que seus acionistas, que incluem a francesa Engie, a estatal brasileira Eletrobras e a japonesa Mitsui, precisem injetar mais dinheiro no bilionário empreendimento.

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