Negócios

Funcionários da Amazon Itália farão greve na Black Friday

Trabalhadores de uma das maiores unidades da companhia no país ameaçam interromper um dos dias de compras mais movimentados do ano

Mais de 500 funcionários da Amazon na unidade de Piacenza, no norte da Itália, concordaram em entrar em greve (Pascal Rossignol/File Photo/Reuters)

Mais de 500 funcionários da Amazon na unidade de Piacenza, no norte da Itália, concordaram em entrar em greve (Pascal Rossignol/File Photo/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 23 de novembro de 2017 às 12h49.

Última atualização em 23 de novembro de 2017 às 12h50.

Milão - Funcionários do maior centro de distribuição da Amazon na Itália estão planejando realizar sua primeira greve na sexta-feira, disseram sindicatos, ameaçando interromper um dos dias de compras mais movimentados do ano.

Assim como o restante da Europa, os italianos adotaram nos últimos anos a tradição norte-americana da Black Friday, um dia de grandes descontos concedidos pelas varejistas um dia após o feriado do Dia de Ação de Graças.

Sindicatos disseram em comunicado que mais de 500 funcionários da Amazon na unidade de Piacenza, no norte da Itália, concordaram em entrar em greve após não terem conseguido negociar um pagamento de bônus com a companhia.

Os trabalhadores também decidiram que não farão horas extras até 31 de dezembro, o que corresponde à temporada de pico para a varejista online, que contrata funcionários temporários para a época.

A Amazon emprega cerca de 1.600 pessoas de forma permanente em Piacenza, a primeira unidade construída no país após o lançamento de seu site na Itália em 2010.

A companhia disse em comunicado que permanecerá focada em tentar garantir o prazo de entrega para seus clientes na Black Friday e nos próximos dias.

Acompanhe tudo sobre:AmazonItáliaBlack FridayGreves

Mais de Negócios

Exclusivo: Shopee tem Black Friday recorde com maior faturamento no Brasil

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses