Negócios

Fim dos bons drinks? Lucro da dona da Smirnoff e da Tanqueray recua 14,4%

Por causa do apetite pelo gim, a queda das vendas líquidas no Brasil foi menor, de 5%, ante um crescimento de 7% no período anterior

Drinks: Paraguai, Uruguai e Brasil foram muito afetados pelo fechamento de bares, restaurantes e lojas de fronteiras (Getty Images/Getty Images)

Drinks: Paraguai, Uruguai e Brasil foram muito afetados pelo fechamento de bares, restaurantes e lojas de fronteiras (Getty Images/Getty Images)

NF

Natália Flach

Publicado em 4 de agosto de 2020 às 18h12.

Última atualização em 4 de agosto de 2020 às 21h28.

O distanciamento social reduziu o número de frequentadores de bares e consequentemente o consumo de drinks. Com isso, as vendas líquidas da Diageo — proprietária das marcas Johnnie Walker, Smirnoff, Ypióca — caíram 8,7% entre julho de 2019 e junho de 2020 para 11,8 bilhões de libras, enquanto o lucro operacional recuou 14,4%. 

Por causa do apetite pelo gim, a queda das vendas no Brasil foi menor, de 5%, ante um crescimento de 7% no período anterior. “A performance na categoria contou com um crescimento de duplo dígito e está ligada ao desenvolvimento da cultura da coquetelaria pelos brasileiros, que estão apreciando drinks e experimentando novas misturas”, afirma Gregório Gutierrez, presidente da Diageo para Paraguai, Uruguai e Brasil, em nota.

Segundo o executivo, a região foi muito impactada pelo fechamento de bares, restaurantes e lojas de fronteiras. “Tivemos um desempenho consistente e positivo no primeiro semestre fiscal, o que nos deixou mais fortes para enfrentarmos a crise causada pela covid-19”, acrescentou. 

Acompanhe tudo sobre:ResultadoJohnnie WalkerSmirnoffDiageo

Mais de Negócios

Milhares de pacotes com camarão são recolhidos de supermercados nos EUA por risco de contaminação

Últimos dias para se inscrever no Prêmio Melhores dos Negócios Internacionais 2025

Startups estão fracassando por excesso de investimento, mostra pesquisa de Harvard

CEO da Nvidia chega a fortuna de US$ 142 bilhões e ameaça posição de Warren Buffett