Negócios

Ericsson adquire fabricante de Wi-Fi

Empresa entende que a compra da BelAir lhe ajudará na integração com as redes celulares

Controle de redes Wi-Fi permite às operadoras móveis desafogar suas antenas celulares e seu espectro licenciado (Boris van Zanten / Wikimedia Commons)

Controle de redes Wi-Fi permite às operadoras móveis desafogar suas antenas celulares e seu espectro licenciado (Boris van Zanten / Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de fevereiro de 2012 às 16h12.

São Paulo - A Ericsson anunciou ter chegado a um acordo para a aquisição de 100% da BelAir, uma fabricante canadense de equipamentos Wi-Fi para operadoras de telecomunicações. Em sua carteira de clientes, a BelAir conta com as norte-americanas AT&T e Comcast. A empresa tem 120 empregados, que serão transferidos para a Ericsson. O valor da aquisição não foi revelado. A transação deve ser concluída neste semestre.

Análise

Em seu comunicado à imprensa, a Ericsson explica que a aquisição da BelAir fortalece a sua estratégia de valorização de redes heterogêneas (hetnets) e que a demanda por Wi-Fi pelas operadoras móveis tende a crescer nos próximos anos. A empresa entende que a compra da BelAir lhe ajudará na integração entre redes celulares e Wi-Fi.

O anúncio da Ericsson foi feito uma semana depois de a Alcatel-Lucent apresentar suas primeiras estações radiobase com Wi-Fi embutido. A integração entre as duas tecnologias sem fio está na pauta de todas as grandes operadoras mundiais, levando os fabricantes a correrem em busca de soluções, seja através de desenvolvimento próprio ou aquisições. O controle de redes Wi-Fi permite às operadoras móveis desafogar suas antenas celulares e seu espectro licenciado.

Acompanhe tudo sobre:Empresasempresas-de-tecnologiaTelecomunicaçõesEricssonEmpresas suecas

Mais de Negócios

Ainda dá tempo: 10 marcas com desconto de Black Friday neste domingo

A Corrida Cognitiva: quando o desafio não é usar IA, mas pensar com ela

Eles têm 25 anos e resolvem a 'treta' entre líderes e a Geração Z

Ele aportou R$ 50 milhões para criar um clube que virou referência em SP