Negócios

Delta terá linha de manutenção no Aeroporto de Guarulhos

Segundo a empresa, a linha em Guarulhos vai proporcionar manutenção imediata das aeronaves em terra em um "mercado-chave" para a companhia


	Delta Air Lines: a empresa já possui linhas de manutenção em 50 aeroportos do mundo para prover suporte técnico à sua frota
 (Scott Olson/Getty Images)

Delta Air Lines: a empresa já possui linhas de manutenção em 50 aeroportos do mundo para prover suporte técnico à sua frota (Scott Olson/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de julho de 2013 às 13h11.

São Paulo - A Delta Air Lines anunciou a criação da sua primeira linha de manutenção para operações técnicas (TechOps, na sigla em inglês) da América Latina no Aeroporto Internacional de São Paulo - Guarulhos como parte da sua estratégia de crescimento na região.

De acordo com o vice-presidente da Delta para a América Latina e o Caribe, Nicolás Ferri, a linha é o "seguinte passo lógico" no compromisso da empresa de crescimento em todo o continente americano.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a operação terá 26 empregados, entre técnicos, supervisores e gerente. A Delta afirma, em comunicado, que a linha em Guarulhos vai proporcionar manutenção imediata das aeronaves em terra em um "mercado-chave" para a companhia.

A empresa já possui linhas de manutenção em 50 aeroportos do mundo para prover suporte técnico à sua frota.

A Delta opera 35 voos semanais diretos entre Brasil e Estados Unidos, a partir de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

A empresa informou, também, que recebeu do Departamento de Transporte dos Estados Unidos autorização para aumentar seus serviços no País com um voo adicional, sem escalas, entre Atlanta e São Paulo e outro, também sem escalas, de Detroit, a partir de 1º de outubro de 2014.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSetor de transporteEmpresas americanasAviaçãoTransportesAeroportosDelta Air Lines

Mais de Negócios

Ele começou no ferro-velho do pai. Hoje, oferece crédito sem taxas para PMEs

Venda da fatia da revista The Economist mobiliza ultrarricos

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões