Negócios

Cade aprova compra da Facepa pela Suzano

Facepa produz e comercializa uma vasta lista de produtos de papel, incluindo toalhas de papel, guardanapos, fraldas, papel higiênico e lenços de papel

Suzano: Facepa tem uma capacidade instalada total de aproximadamente 50 mil toneladas por ano (Germano Luders/Site Exame)

Suzano: Facepa tem uma capacidade instalada total de aproximadamente 50 mil toneladas por ano (Germano Luders/Site Exame)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 19 de janeiro de 2018 às 08h28.

Brasília - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a compra de 92,84% do capital social da Fábrica de Papel da Amazônia (Facepa) pela Suzano Papel e Celulose, conforme indica despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 19. O negócio, anunciado em dezembro, custou por R$ 310 milhões à Suzano.

A Facepa produz e comercializa uma vasta lista de produtos de papel, incluindo toalhas de papel, guardanapos, fraldas, papel higiênico e lenços de papel sob diversas marcas, com forte presença no Norte e Nordeste do Brasil.

A empresa tem fábricas localizadas em Belém (PA) e Fortaleza (CE) e uma capacidade instalada total de aproximadamente 50 mil toneladas por ano.

A operação aprovada pelo Cade envolve o mercado de papéis sanitários, também chamados de "tissue", cujo principal produto é o papel higiênico, mas inclui também a produção de toalhas, guardanapos, lenços e outros.

A Suzano tem duas linhas de produção, em Mucuri (BA) e Imperatriz (MA), com capacidade de 120 mil toneladas de bobinas de papel "tissue" por ano. Essa produção foi iniciada recentemente, em setembro de 2017.

"A operação de aquisição em questão está, assim, alinhada aos objetivos da Suzano de expansão de suas atividades para os mercados de produtos adjacentes à celulose e contribui para as operações da unidade de negócios de bens de consumo da Companhia no segmento de tissue, informou a Suzano em comunicado de dezembro.

Acompanhe tudo sobre:acordos-empresariaisCadeEmpresasFusões e Aquisiçõessuzano

Mais de Negócios

Quem ficou de fora do clube dos bilionários em 2025? Veja os nomes conhecidos

Das piscinas para a academia: Speedo lança equipamentos de musculação para faturar R$ 500 milhões

Aos 37, brasileiro constrói um dos maiores prédios de Miami com investimento de US$ 600 milhões

Como um programa de emagrecimento está transformando clínicas de estética em negócios milionários