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Banco do Brasil lamenta comentário infeliz de Felipão

Novo técnico da seleção, Luís Felipe Scolari, afirmou, nesta quinta-feira, que quem não quisesse pressão deveria ir trabalhar no banco


	Banco do Brasil: há 20 anos, o banco é patrocinador da seleção brasileira de vôlei
 (Divulgação)

Banco do Brasil: há 20 anos, o banco é patrocinador da seleção brasileira de vôlei (Divulgação)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 30 de novembro de 2012 às 10h31.

São Paulo - Luiz Felipe Scolari é oficialmente técnico da seleção brasileira de futebol e, já em sua primeira entrevista na função, causou mal-estar com o Banco do Brasil. Isso porque Felipão afirmou - referindo-se aos jogadores - que quem não quisesse pressão deveria ir trabalhar no banco, onde o funcionário pode "sentar no escritório e não fazer nada".

Diante da postura de Felipão, o BB se manifestou lamentando o comentário. Segundo comunicado do banco, seus 116.000 funcionários todos os dias vestem a camisa e trabalham com dedicação e compromisso para atender às necessidades dos clientes brasileiros.

"Para a família BB, planejamento, respeito e organização são os segredos para uma estratégia de sucesso que transforma a pressão do dia-a-dia em motivação para as conquistas e para o apoio ao desenvolvimento do Brasil", disse a nota.

Apesar do constrangimento causado por Felipão, o Banco do Brasil desejou boa sorte ao técnico em seu novo desafio à frente da seleção. "Torcemos para que as grandes conquistas do vôlei brasileiro, patrocinado pelo BB há mais de 20 anos, inspirem o trabalho da seleção", afirmou o banco.

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