Negócios

Azul estreia em Congonhas e vai voar para o exterior

São Paulo - A companhia aérea Azul começou a vender ontem suas primeiras passagens para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A partir do dia 1.º de maio, a empresa passará a voar entre o aeroporto e Porto Seguro, na Bahia. A companhia recebeu 8 slots (permissão de pouso e decolagem) no aeroporto com […]

azul-jpg.jpg (./Divulgação)

azul-jpg.jpg (./Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h44.

São Paulo - A companhia aérea Azul começou a vender ontem suas primeiras passagens para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A partir do dia 1.º de maio, a empresa passará a voar entre o aeroporto e Porto Seguro, na Bahia. A companhia recebeu 8 slots (permissão de pouso e decolagem) no aeroporto com a recente redistribuição feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas decidiu usar apenas dois para um voo semanal (aos sábados). Como a empresa não enxergou a possibilidade de realizar voos lucrativos com os demais slots, deverá devolvê-los.

O destino turístico foi escolhido exatamente para transformar a pequena operação em Congonhas em um modelo rentável. Como boa parte das aeronaves deve ser ocupada por passageiros que compraram pacotes de turismo, a demanda pelo voo deverá ser maior. A própria Azul está criando uma agência de viagens para ajudar a viabilizar a rota, batizada de Azul Viagens.

Voos internacionais

A partir do final de junho, a Azul começará também a operar seus primeiros voos internacionais. As rotas entre Campinas e Buenos Aires e Porto Alegre e Bariloche (ambos os destinos na Argentina) serão oferecidas apenas por meio do modelo charter, em que os assentos vendidos fazem parte de pacotes turísticos. A Azul já tem parceiras para esse negócio. A operadora Calcos venderá as passagens para Buenos Aires e a Agaxtur vai oferecer voos para Bariloche.

Acompanhe tudo sobre:Setor de transportecidades-brasileirasMetrópoles globaisAviaçãoSão Paulo capital

Mais de Negócios

Como esta empresa de refeições corporativas dobrou receitas em 12 meses

Como uma marca de chocolate saiu do anonimato e passou a valer US$ 230 milhões

Começou sem capital e manteve a equipe intacta — hoje lidera uma gigante de US$ 17 bi

Videotelemetria com IA da Geotab: o fim das dúvidas na gestão de frotas