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Avianca interrompe integração com colombiana Viva

Empresa atribui a decisão às determinações impostas pela Aerocivil, órgão estatal da Colômbia

Avianca: a empresa conseguiu vender espaços de pouso e decolagem em aeroportos em leilão, mas o plano de recuperação judicial segue questionado (Oscar Garces/AGB Photo/Exame)

Avianca: a empresa conseguiu vender espaços de pouso e decolagem em aeroportos em leilão, mas o plano de recuperação judicial segue questionado (Oscar Garces/AGB Photo/Exame)

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 13 de maio de 2023 às 12h59.

A Avianca comunicou, neste sábado, que desistiu do processo de integração com a colombiana Viva. A empresa atribui a decisão às determinações impostas pela Aerocivil, órgão estatal da Colômbia encarregado de regular a aviação civil no país.

"Apesar dos nossos esforços, as condições definidas pela Aerocivil não apenas impediriam a Viva de ser uma companhia aérea financeira e operacionalmente viável, mas também poderiam comprometer a estabilidade da Avianca", disse a empresa em comunicado.

Posicionamento da Avianca

A empresa declarou ainda que durante a atual crise do setor, em que não só a Viva como também o Ultra deixaram de voar, a Avianca tem buscado constantemente propor soluções.

LEIA TAMBÉM: Os planos da Viva, a primeira companhia ultra low cost a operar no Brasil

O documento destaca que a empresa, além de ter sido a única a fazer uma proposta concreta para salvar a Viva, redirecionou mais de 160 mil pessoas gratuitamente e forneceu voos adicionais para destinos críticos como San Andres, Medellín, Riohacha ou Buenos Aires, entre muitos outros.

A nota diz ainda que apesar do desfecho, a Avianca buscará aumentar seu número de aeronaves para melhor conectividade com as regiões da Colômbia, além de implementar mecanismos para oferecer opções de trabalho aos funcionários da Viva.

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