Negócios

Anac: volta da franquia de bagagem pode afastar empresas low cost

Para a agência, quem mais perderá com as mudanças, com a concentração de mercado, serão os usuários do transporte aéreo no país

Desde a entrada em vigor da Resolução nº 400/2016 da Anac, em junho de 2017, as empresas aéreas estão autorizadas a cobrar pelo despacho de bagagens (Thinkstock/Peshkova/Thinkstock)

Desde a entrada em vigor da Resolução nº 400/2016 da Anac, em junho de 2017, as empresas aéreas estão autorizadas a cobrar pelo despacho de bagagens (Thinkstock/Peshkova/Thinkstock)

AB

Agência Brasil

Publicado em 25 de abril de 2019 às 21h00.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse hoje (25) que a volta da franquia mínima de bagagem pode afastar novas empresas e investidores interessados no setor aéreo do país. A volta da franquia é uma das alterações aprovadas nesta quinta-feira (25) pela comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 863/2018, que permite 100% de capital estrangeiro nas empresas aéreas. O texto ainda precisa passar por votação na Câmara dos Deputados e no Senado. O prazo de validade da MP é até 22 de maio.

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