Mundo

Vaticano divulga agenda do Papa na Terra Santa

Em sua primeira visita ao local, Francisco deve ir a Amã, Belém e Jerusalém, em uma "peregrinação" pelos lugares do Cristianismo


	Jerusalém: viagem do Papa Francisco à Jordânia, a Israel e aos Territórios Ocupados é delicada – tanto por questões de segurança, quanto por razões ideológicas (Wikimedia Commons)

Jerusalém: viagem do Papa Francisco à Jordânia, a Israel e aos Territórios Ocupados é delicada – tanto por questões de segurança, quanto por razões ideológicas (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de março de 2014 às 17h41.

O Vaticano divulgou o programa oficial da viagem do papa Francisco à Terra Santa, de 24 a 26 de maio, desmentindo os boatos de seu possível cancelamento.

Em sua primeira visita à Terra Santa, Francisco deve ir a Amã, Belém e Jerusalém, em uma "peregrinação" pelos lugares do Cristianismo. A viagem foi organizada em ocasião do 50º aniversário da visita de Paulo VI à região, a primeira de um papa à Terra Santa.

A viagem do Papa à Jordânia, a Israel e aos Territórios Ocupados é delicada - tanto por questões de segurança, quanto por razões ideológicas.

Entre os compromissos mais importantes, está o encontro com Bartolomeu I de Constantinopla, que participará da oração conjunta organizada com os chefes de todas as igrejas de Jerusalém, no Santo Sepulcro.

Ao todo, o papa pronunciará 14 discursos e homilias e visitará campos de refugiados sírios instalados às margens do rio Jordão e de refugiados palestinos em Belém, onde ficará por algumas horas.

Em Jerusalém, Francisco irá ao Museu do Holocausto e ao Muro das Lamentações. Também se reunirá com o grão-mufti e com os dois grandes rabinos de Israel.

Acompanhe tudo sobre:JerusalémPaíses ricosPapa FranciscoPapasVaticano

Mais de Mundo

EUA afirmam que 'mais de 50 países' já pediram revisão das tarifas de Trump

Israel ataca Hezbollah no sul do Líbano durante visita de enviada dos EUA

Macron propõe "ações fortes" contra a Rússia se continuar "dando as costas à paz"

Irã rejeita proposta dos EUA para negociações diretas sobre programa nuclear