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União Europeia adota novas sanções à Síria

Sanções atingem 22 pessoas e oito empresas e organizações por conta da repressão aos opositores do governo do presidente Bashar Al Assad

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 5 mil pessoas morreram por causa dos confrontos (Getty Images)

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 5 mil pessoas morreram por causa dos confrontos (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 18 de janeiro de 2012 às 11h23.

Brasília - Os países da União Europeia (UE) decidiram hoje (18) adotar novas sanções à Síria por conta da repressão aos opositores do governo do presidente Bashar Al Assad. As sanções atingem 22 pessoas e oito empresas e organizações e incluem medidas como a proibição de exportação para o país de equipamentos para a indústria do petróleo ou gás e de programas para vigiar as comunicações internas, assim como o congelamento de bens e a proibição de entrada na Europa.

A decisão foi tomada durante reunião de diplomatas que representam os países da UE em Bruxelas (Bélgica) e deve ser aprovada formalmente na segunda-feira (23), durante reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros.

Esse será o 11º pacote de sanções europeias contra o país. O último, decidido junto com os Estados Unidos em dezembro, procurou cortar o acesso aos financiamentos do regime do presidente sírio Al Assad. Cerca de 120 pessoas e organizações ligadas ao regime são alvo de sanções da UE.

Na Síria, os protestos contra o regime de Assad têm sido reprimidos de forma violenta. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 5 mil pessoas morreram por causa dos confrontos. O governo sírio acusa as potências estrangeiras de estarem por trás das manifestações.

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