Mundo

Trem com vítimas do MH17 está em Donetsk

De Donetsk, o comboio deve seguir para a cidade de Khakiv

Vagão com os corpos das vítimas do acidente aéreo em uma ferroviária em Torez, na Ucrânia (Maxim Zmeyev/Reuters)

Vagão com os corpos das vítimas do acidente aéreo em uma ferroviária em Torez, na Ucrânia (Maxim Zmeyev/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de julho de 2014 às 21h24.

O trem que transporta os corpos das vítimas do voo MH17 da Malaysia Airlines poderá sair "a qualquer momento" de Donetsk, afirmou o líder separatista Alexander Borodai.

No entanto, Borodai, não explicou a demora da parada do trem em Donetsk, horas depois de ter deixado a cidade de Torez, mais próximo ao local do acidente. De Donetsk, o comboio deve seguir para a cidade de Khakiv.

Borodai também entregou as caixas-pretas do avião abatidos às autoridades da Malásia depois de horas de discussão na sede da autoproclamada República Popular de Donetsk, do qual o separatista é o autoproclamado primeiro-ministro.

Ele também declarou um cessar-fogo unilateral no entorno do local do acidente e disse que permitiria que as autoridades de segurança da Holanda e de outros países, exceto a Ucrânia, acompanhem as investigações internacionais do acidente.

A delegação da Malásia, de 12 pessoas chefiadas pelo coronel Mohd Sakri, chegou em Donetsk no início da tarde desta segunda-feira e passou horas conversando com os líderes rebeldes.

As autoridades malaias não foram ao local do acidente, uma vez que Borodai alertou-os dizendo que era perigoso fazer isso antes do cessar-fogo unilateral ser declarado.

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteVeículosAviaçãoTransportesacidentes-de-aviaoUcrâniaAviõesMalaysia Airlines

Mais de Mundo

Em cinco anos, número de desaparecidos no mundo cresce quase 70% para 280 mil, afirma Cruz Vermelha

Macron e Merz pedirão a Trump que imponha sanções se Putin não se reunir com Zelensky

Soldados feitos reféns em área dominada pelo narcotráfico são libertados na Colômbia

Trump anuncia que vai ‘negar e revogar vistos’ de autoridades palestinas antes da Assembleia da ONU