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Presidente do Paraguai denuncia "perseguição" do Mercosul

Franco, do partido Liberal, irá entregar comando presidencial em 15 de agosto a Horacio Cartes, do Partido Colorado, que obteve maioria dos votos no Legislativo


	Em seu relatório aos legisladores, Franco afirmou que seu Executivo conseguiu superar o isolamento imposto pelos outros integrantes do Mercosul
 (Marcello Casal Jr./Agência Brasil/ Wikimedia Commons)

Em seu relatório aos legisladores, Franco afirmou que seu Executivo conseguiu superar o isolamento imposto pelos outros integrantes do Mercosul (Marcello Casal Jr./Agência Brasil/ Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 1 de julho de 2013 às 18h12.

Assunção - O presidente do Paraguai, Federico Franco, acusou nesta segunda-feira o Mercosul de uma "perseguição implacável" a seu país ao apresentar seu último relatório de gestão durante a sessão inaugural do novo Legislativo, à qual não compareceu o novo senador Fernando Lugo, que sofreu impeachment da presidência no ano passado.

Franco, do partido Liberal, irá entregar o comando presidencial no dia 15 de agosto a Horacio Cartes, do Partido Colorado, que obteve a maioria dos votos no Legislativo. Ele dedicou a maior parte de seu discurso a destacar que o Paraguai derrotou as "tentativas de isolar o país" depois da suspensão do Mercosul e da Unasul por causa da cassação de Lugo.

Em seu relatório aos legisladores, Franco afirmou que seu Executivo conseguiu superar o isolamento imposto pelos outros integrantes do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela), além de impulsionar os investimentos, redirecionar a economia para o crescimento e realizar eleições transparentes.

Franco, cujo partido foi derrotado nas eleições do dia 21 de abril, defendeu "seu clube ideológico" depois das "tentativas de isolar" o Paraguai e reiterou que a entrada da Venezuela no Mercosul - decidida na mesma cúpula em que o Paraguai foi suspenso - é "ilegal".

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