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Operação no Sahel africano resgata 500 vítimas de tráfico humano

Os detidos são acusados de forçar as vítimas a realizarem atividades que iam desde a mendicância até a prostituição

Tráfico humano: operação da Interpol aconteceu em Chade, Mali, Mauritânia, Níger e Senegal (Scott Olson/Getty Images)

Tráfico humano: operação da Interpol aconteceu em Chade, Mali, Mauritânia, Níger e Senegal (Scott Olson/Getty Images)

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EFE

Publicado em 23 de novembro de 2017 às 17h32.

Paris - Cerca de 500 vítimas de tráfico de seres humanos, entre elas 236 menores de idade, foram resgatadas em uma operação da Interpol efetuada em Chade, Mali, Mauritânia, Níger e Senegal, todos países da região do Sahel, no norte da África, que também resultou na prisão de 40 supostos traficantes.

A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) destacou nesta quinta-feira em um comunicado que os detidos são acusados de forçar as vítimas a realizarem atividades que iam desde a mendicância até a prostituição, sem levar em conta as condições de trabalho e da vida humana.

A operação foi desenvolvida de forma simultânea nos cinco países citados e envolveu a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e algumas ONGs para prestarem atendimento às vítimas.

Além das detenções, a operação derivou em uma série de investigações para tentar acabar com as organizações criminosas envolvidas nessas atividades.

Segundo a Interpol, "os resultados desta operação colocam em evidência o desafio enfrentado pelos agentes de aplicação das leis e por todas as partes interessadas na hora de lidar com o tráfico de seres humanos na região do Sahel".

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