Mundo

Obama alerta Putin sobre novas sanções por crise na Ucrânia

Estados Unidos e seus aliados estão preparados para impôr mais sanções a Moscou se a Rússia não mudar sua atitude em relação à Ucrânia


	Putin: russo mencionou as informações preliminares sobre a queda de um avião de passageiros da Malásial
 (Alexei Nikolsky/AFP)

Putin: russo mencionou as informações preliminares sobre a queda de um avião de passageiros da Malásial (Alexei Nikolsky/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de julho de 2014 às 15h05.

A bordo do Air Force One - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que os Estados Unidos e seus aliados estão preparados para impôr mais sanções a Moscou se a Rússia não mudar sua atitude em relação à Ucrânia.

A dura advertência surgiu durante uma chamada telefônica nesta quinta-feira. Segundo a Casa Branca, quando a conversa telefônica estava quase no fim Putin mencionou as informações preliminares sobre a queda de um avião de passageiros da Malásia perto da fronteira da Ucrânia com a Rússia.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, em contato com repórteres durante o voo de Obama entre os Estados de Washington e Delaware, no Air Force One, disse que o presidente norte-americano foi informado por seus assessores sobre a queda e orientou altos funcionários dos EUA para que permanecessem em estreito contato com autoridades ucranianas.

Earnest disse que a ligação telefônica entre Putin e Obama foi feita a pedido de Moscou, um dia depois de os EUA e países europeus terem imposto novas sanções à Rússia por agressão contra a Ucrânia.

Obama disse a Putin que "novas medidas estão na mesa para o caso de a Rússia não mudar de atitude", disse Earnest.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosBarack ObamaUcrâniaVladimir Putin

Mais de Mundo

Drone ucraniano provoca incêncio perto de 'palácio de Putin' no sul da Rússia

Deputado ucraniano assassinado no oeste do país

Navio de guerra americano entra no Canal do Panamá rumo ao Caribe

Tribunal dos EUA determina que maioria das tarifas implementadas por Trump são ilegais