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Jovens são alvos do comércio de medicamentos ilícitos

A Organização Mundial da Saúde considera que mais da metade dos medicamentos procedentes de farmácias ilegais na internet são falsificados

A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes pede aos governos uma ação contra as farmácias ilegais virtuais
 (Gou Yige/AFP)

A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes pede aos governos uma ação contra as farmácias ilegais virtuais (Gou Yige/AFP)

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Da Redação

Publicado em 28 de fevereiro de 2012 às 09h41.

Os jovens são alvos, com frequência cada vez maior, das redes de tráfico de medicamentos ilícitos na internet e nas redes sociais, advertiu a Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE), uma agência da ONU, em seu relatório anual publicado nesta terça-feira em Viena.

"As farmácias ilegais na internet começaram a utilizar as redes sociais para atrair clientes a seus portais, o que pode expor um público amplo, e sobretudo jovem, a produtos perigosos", declarou Hamid Ghose, presidente da JIFE.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que mais da metade dos medicamentos procedentes de farmácias ilegais na internet são falsificados", completou.

A JIFE pede aos governos uma ação contra as farmácias ilegais virtuais e o confisco das substâncias que são comercializadas.

A organização da ONU recorda que os jovens são particularmente sensíveis ao conjunto das dificuldades sociais geradas pelas drogas: violência, desemprego, saúde ruim e dificuldades escolares.

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