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Jornalista dos EUA é morto a tiros durante trabalho na guerra na Ucrânia

Fotógrafo e documentarista de Nova York, Brent Renaud se tornou o primeiro profissional de comunicação estrangeiro a morrer durante cobertura dos conflitos entre forças russas e ucranianas

Soldado ucraniano se protege atrás de automóvel em Irpin, onde jornalista dos EUA foi morto a tiros (Dmitry ZAKS/AFP)

Soldado ucraniano se protege atrás de automóvel em Irpin, onde jornalista dos EUA foi morto a tiros (Dmitry ZAKS/AFP)

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AFP

Publicado em 13 de março de 2022 às 17h53.

Um jornalista dos Estados Unidos foi morto a tiros e outro, da mesma nacionalidade, foi ferido neste domingo, 13, em Irpin, um subúrbio do noroeste de Kiev, onde as forças ucranianas combatem as tropas russas.

A vítima fatal é Brent Renaud, um fotógrafo de 50 anos e documentarista freelancer de Nova York que se tornou o primeiro profissional de comunicação estrangeiro a morrer desde a invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro.

Um jornalista da emissora pública ucraniana foi morto em 1º de março durante o bombardeio russo à torre de televisão em Kiev.

Os dois norte-americanos foram baleados enquanto dirigiam com um civil ucraniano, que também ficou ferido, disse à AFP Danylo Shapovalov, médico de defesa territorial ucraniana que atendeu as vítimas.

Renaud "foi baleado na nuca e morreu instantaneamente", disse Shapovalov.

Um jornalista da AFP viu o corpo da vítima, que portava seus documentos de identidade, incluindo uma credencial do jornal The New York Times.

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