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Foguete põe em órbita satélite britânico de telecomunicações

O F3 cobrirá com banda larga a região do Pacífico e se unirá a outros dois satélites já lançados e que cobrem outras regiões, incluída a América Latina


	Satélite: o satélite da companhia britânica favorecerá a "transformação das sociedades localizadas em lugares remotos" que atualmente não têm acesso às altas tecnologias de informação
 (Wikimedia/Domínio Público)

Satélite: o satélite da companhia britânica favorecerá a "transformação das sociedades localizadas em lugares remotos" que atualmente não têm acesso às altas tecnologias de informação (Wikimedia/Domínio Público)

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Da Redação

Publicado em 28 de agosto de 2015 às 12h25.

Moscou, 28 ago (EFE).- Um foguete russo Protón-M, lançado nesta sexta-feira da base de Baikonur, no Cazaquistão, pôs em órbita o satélite britânico Inmarsat-5 F3, que completará o programa Global Express (GX), destinado a levar internet de banda larga até o último cantinho do planeta.

O F3 cobrirá a região do Pacífico e se unirá a outros dois satélites já lançados e que cobrem outras regiões, incluída a América Latina.

O diretor-executivo da Inmarsat, Rupert Pearce, destacou que a quinta geração de satélites da companhia britânica favorecerá a "transformação das sociedades localizadas em lugares remotos" que atualmente não têm acesso às altas tecnologias de informação.

O programa GX, segundo Pearce, abrirá a porta a "uma nova era de comunicações móveis por satélite que vai mudar o futuro para todos".

A tecnologia da quinta geração de satélites Inmarsat oferecerá aos usuários velocidades de internet de banda larga até 100 vezes superiores ao programa anterior.

O primeiro satélite de GX, o Inmarsat-5 F1 foi lançado em dezembro de 2013 e entrou em serviço em julho de 2014 para cobrir Europa, Oriente Médio, África e Ásia.

O F2 foi posto em órbita em 1º de fevereiro e entrará em serviço comercial no final deste mês, enquanto o F3 completará o programa no final deste ano, segundo a companhia.

O de hoje é o primeiro lançamento de um foguete russo deste tipo após o acidente de um Protón-M em maio, justo um ano após outro acidente semelhante com outro portador russo.

O Inmarsat-5 F3 devia ser posto em órbita no final de maio, mas a perda do Protón-M obrigou a adiar o lançamento até que os especialistas russos encontrassem as causas da falha.

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