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Escoceses lamentam proibição de gaitas no Mundial de rugby

O técnico de defesa da seleção escocesa de rugby lamentou o fato de os organizadores da Copa do Mundo terem proibido a presença de gaitas nas arquibancadas

Jogadores da seleção escocesa de rugby participam de treino, em Gloucester (Damien Meyer/AFP)

Jogadores da seleção escocesa de rugby participam de treino, em Gloucester (Damien Meyer/AFP)

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Da Redação

Publicado em 22 de setembro de 2015 às 23h59.

Última atualização em 23 de setembro de 2019 às 17h46.

Gloucester - O técnico de defesa da seleção escocesa de rugby, Matt Taylor, lamentou nesta terça-feira o fato de os organizadores da Copa do Mundo terem proibido a presença de gaitas nas arquibancadas do estádio Kingsholm de Gloucester, na Inglaterra, onde sua equipe enfrentará o Japão.

"Gosto de ouvir o som da gaita. Não sou escocês, mas meus pais são. Em todos os jogos em que participei, sempre houve gaitas", explicou o técnico australiano, que treina a Escócia desde 2012, depois de ter atuado quatro temporadas no país nos seus tempos de jogador (2000-2004).

"É algo importante para os torcedores, mas nós, jogadores, preferimos focar na partida", disse por sua vez o pilar WP Nel, que admitiu ter dificuldade para opinar sobre o assunto, já que é de origem sul-africana, e só vive na Escócia desde 2012.

A proibição da entrada de gaitas nos estádios da Copa provocou a ira dos escoceses e levou até 21 deputados a assinar uma petição parlamentar para pedir que os organizadores revejam a decisão.

O instrumento tradicional da Escócia faz parte da lista de objetos vetados, ao lado dos tambores, berrantes e vuvuzelas.

"Quando você ouve o som da gaita no aquecimento, é um incentivo a mais", lembrou o hooker Ross Ford na sexta-feira.

A Escócia terá que encarar o Japão com cautela, já que a equipe asiática protagonizou uma das maiores zebras da história do rugby no último sábado, ao derrotar por 34 a 32 a tradicional África do Sul.

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