Mundo

Eletrobras contrata Santander para mudar distribuição

Foi contratada também a Roland Berger, escolhida por meio de licitação, com objetivo de prestar serviços de consultoria


	Linhas de transmissão da Eletrobras na Usina de Itaipu: o projeto de reestruturação foi estimado em aproximadamente 11 meses
 (Adriano Machado/Bloomberg)

Linhas de transmissão da Eletrobras na Usina de Itaipu: o projeto de reestruturação foi estimado em aproximadamente 11 meses (Adriano Machado/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de novembro de 2013 às 14h23.

São Paulo - A Eletrobras contratou o banco Santander para elaborar o plano de reestruturação do seu negócio de distribuição. Foi contratada ainda a Roland Berger, escolhida por meio de licitação, com objetivo de prestar serviços de consultoria para apoio nos estudos e implementação de reestruturação do modelo de negócio societário, organizacional, de governança e gestão nas empresas Eletrobras.

"Além disso, está considerando no escopo do contrato a revisão do planejamento estratégico das empresas Eletrobras. O projeto foi estimado em aproximadamente 11 meses e deverá ter início imediato", informou a empresa.

Segundo a companhia, as ações estão dentro do escopo do Plano Diretor de Negócios e Gestão da Eletrobras 2013-2017, que estabelece medidas para melhoria da sua rentabilidade que prevê a reestruturação do modelo de negócio societário, organizacional, de governança e gestão, e está associado ao processo decisório da prorrogação das concessões, objeto da Lei 12.783/2013.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasHoldingsSantanderBancosEmpresas espanholasEstatais brasileirasEnergia elétricaEmpresas estataisServiçosgestao-de-negociosEletrobrasReestruturaçãoRoland Berger

Mais de Mundo

Tribunal dos EUA determina que maioria das tarifas implementadas por Trump são ilegais

Operação revista escritórios por supostos casos de suborno com irmã de Milei

Autoridades palestinas pedem aos EUA que 'reconsiderem' decisão de revogar vistos

Guyana ofrece pagos a todos los ciudadanos para 'dividir la riqueza' del petróleo