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China se torna um dos três principais parceiros comerciais de 157 países

Comércio com países da Iniciativa do Cinturão e Rota somou 22 trilhões de yuans em 2024

China2Brazil
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Agência

Publicado em 25 de agosto de 2025 às 15h21.

Última atualização em 25 de agosto de 2025 às 15h27.

A China fortaleceu sua posição no comércio global e já figura entre os três principais parceiros comerciais de 157 países e regiões.

A informação foi apresentada nesta segunda-feira, 25, durante coletiva da série “Concluir com alta qualidade o 14º Plano Quinquenal”, promovida pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado.

Segundo a diretora da Administração Geral das Alfândegas, Sun Meijun, o país assinou 519 acordos internacionais desde o início do plano e manteve a defesa do sistema multilateral de comércio. Ela destacou a atuação contra práticas unilaterais e o fortalecimento do controle de fronteiras com medidas de facilitação comercial.

Apenas em 2024, as importações e exportações entre a China e países da Iniciativa do Cinturão e Rota totalizaram 22 trilhões de yuans, representando mais da metade de todo o comércio exterior chinês.

Relações com emergentes impulsionam expansão

De acordo com a Administração Geral das Alfândegas, o intercâmbio com mercados emergentes como ASEAN, América Latina, África e Ásia Central registrou crescimento médio anual superior a 10%.

As ações fazem parte da estratégia do governo chinês de ampliar sua influência econômica por meio de acordos bilaterais, iniciativas de conectividade e expansão da rede logística internacional.

A coletiva integra a agenda de divulgação dos resultados do 14º Plano Quinquenal, iniciado em 2021, que foca no desenvolvimento de alta qualidade, inovação tecnológica e abertura econômica.

China amplia papel no comércio global

O avanço comercial da China consolidou o país como ator central nas cadeias de fornecimento globais, especialmente em setores estratégicos como tecnologia, manufatura e infraestrutura.

Com a manutenção de políticas voltadas para a abertura econômica e segurança nas fronteiras, Pequim projeta seguir expandindo seus fluxos comerciais nos próximos anos, sobretudo com países da Ásia, África e América Latina.

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