Mundo

Brasil quer colaborar para libertação de reféns das Farc

Ministro das Relações Exteriores está disposto a ajudar nas novas libertações de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia

Patriota declarou que o governo brasileiro valoriza muito o trabalho do presidente colombiano (Telam/ABr)

Patriota declarou que o governo brasileiro valoriza muito o trabalho do presidente colombiano (Telam/ABr)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de fevereiro de 2012 às 20h13.

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse nesta segunda-feira que o Brasil se mantém disposto a colaborar com novas libertações de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), mas não confirmou se recebeu um pedido oficial de Bogotá.

Patriota declarou em entrevista coletiva que o governo brasileiro valoriza muito o trabalho do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, lembrou que Brasília já prestou apoio no passado para o resgate de reféns e, por isso, 'não excluímos a hipótese de voltar a colaborar'.

O chanceler respondeu assim a perguntas dos jornalistas sobre se o Brasil recebeu um pedido de colaboração do governo colombiano, sobretudo depois de Santos ter anunciado neste domingo, pelo microblog Twitter, que tinha autorizado a participação brasileira em uma nova operação de resgate.

Patriota indicou que, 'pela própria natureza de uma operação humanitária', preferia não comentar a situação, mas fontes do Itamaraty confirmaram à imprensa que o Brasil ainda não recebeu nenhum pedido formal da Colômbia.

O Brasil já prestou apoio logístico às operações humanitárias destinadas a resgatar reféns das Farc. 

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilFarcMinistério das Relações ExterioresItamaratyAntonio Patriota

Mais de Mundo

Drone ucraniano provoca incêncio perto de 'palácio de Putin' no sul da Rússia

Deputado ucraniano assassinado no oeste do país

Navio de guerra americano entra no Canal do Panamá rumo ao Caribe

Tribunal dos EUA determina que maioria das tarifas implementadas por Trump são ilegais