Mundo

Blatter nega que Rússia poderá perder direito de sediar Copa

Presidente da Fifa, Joseph Blatter negou chances de a Rússia perder o direito de sediar a Copa do Mundo de 2018


	O presidente da Fifa, Joseph Blatter: "a Copa do Mundo, em votação, foi concedida à Rússia. Vamos seguir adiante com nosso trabalho"
 (Fabrice Coffrini/AFP)

O presidente da Fifa, Joseph Blatter: "a Copa do Mundo, em votação, foi concedida à Rússia. Vamos seguir adiante com nosso trabalho" (Fabrice Coffrini/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de março de 2014 às 14h33.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, negou nesta sexta-feira chances de a Rússia perder o direito de sediar a Copa do Mundo de 2018, por causa da crise política com a Ucrânia, em entrevista coletiva concedida após reunião do Comitê Executivo da entidade.

"A Copa do Mundo, em votação, foi concedida à Rússia. Vamos seguir adiante com nosso trabalho", disse o dirigente máximo do futebol mundial.

Ainda na entrevista coletiva, Blatter fez questão de lembrar que o ministro russo dos Esportes e presidente do Comitê Organizador do Mundial 2018, Vitaly Mutko, é membro do Comitê Executivo da Fifa.

Sobre as informações publicadas nesta semana a respeito do pagamento de dinheiro ao ex-vice-presidente da entidade, Jack Warner de US$ 1,4 milhão, em troca do apoio a candidatura do Catar como sede da Copa de 2022, Blatter preferiu não dar comentários.

Na reunião do Comitê Executivo ficou definido, por outro lado, que o presidente da Fifa visitará o país asiático antes da Copa do Mundo de 2014. A ideia é de que a entidade "pode ajudar" a melhorar as condições trabalhistas no Catar.

Além disso, foi divulgado o balanço financeiro da entidade em 2013, que fechou com saldo positivo de US$ 72 milhões (R$ 167 milhões).

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaEsportesFutebolRússiaCrise políticaFifaCopa do Mundo

Mais de Mundo

Governo da Itália desmantela esquema de fraudes para obtenção de cidadania

Trump conversou por telefone com Maduro sobre possível encontro, diz jornal

Trump diz que vai cancelar 92% das ordens assinadas por Biden

Acordo UE-Mercosul: votação dos países europeus ocorrerá entre 16 e 19 de dezembro