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Ameaça à Coreia do Norte não foi suficientemente forte, diz Trump

Trump reafirmou as ameaças ao regime de Kim Jong-un antes de uma reunião de segurança com o vice-presidente Mike Pence

Trump: ele disse que tem o apoio de 100% das Forças Armadas dos EUA e de outros líderes mundiais (Jonathan Ernst/Reuters)

Trump: ele disse que tem o apoio de 100% das Forças Armadas dos EUA e de outros líderes mundiais (Jonathan Ernst/Reuters)

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EFE

Publicado em 10 de agosto de 2017 às 17h05.

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que as ameaças de "fogo e fúria" contra a Coreia do Norte não foram "suficientemente fortes".

Trump reafirmou as ameaças ao regime de Kim Jong-un antes de uma reunião de segurança com o vice-presidente do país, Mike Pence, o assessor de Segurança Nacional, H.R. McMaster, e o chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly.

Na última terça-feira, Trump afirmou que se a Coreia do Norte seguir com as provocações e ameaças, enfrentaria "fogo e fúria como nunca se viu antes". O regime de Kim Jong-un respondeu indicando que poderia atacar a Ilha de Guam, território americano no Oceano Pacífico e que abriga uma importante base naval do país.

Apesar de também deixar uma porta aberta para a diplomacia, Trump disse que ninguém teve sucesso durante 25 anos nas tentativas de dialogar com o regime comunista de Pyongyang.

Com o vice-presidente ao seu lado, Trump disse que tem o apoio de 100% das Forças Armadas dos EUA e de outros líderes mundiais.

O presidente americano agradeceu a Rússia e China, tradicionais aliados da Coreia do Norte, por votar no fim de semana a favor de novas sanções no Conselho de Segurança da ONU por causa dos dois testes com mísseis balísticos realizados por Pyongyang em julho.

Trump não quis revelar ou comentar a possibilidade de realizar um ataque preventivo contra a Coreia do Norte, que voltou a dizer hoje que tem planos para lançar dois mísseis de médio alcance no mar do entorno de Guam.

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