Mundo

Alepo registra violentos combates nesta sexta

Novas manifestações foram convocadas nesta sexta-feira para exigir a queda do regime de Bashar al-Assad


	Homem ferido em ataque das tropas sírias recebe atendimento médico em Alepo: helicópteros do exército atacaram a região
 (Antonio Pampliega/AFP)

Homem ferido em ataque das tropas sírias recebe atendimento médico em Alepo: helicópteros do exército atacaram a região (Antonio Pampliega/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de setembro de 2012 às 08h53.

Alepo - Soldados e rebeldes sírios voltaram a travar violentos combates nesta sexta-feira perto das bases militares de Alepo, onde helicópteros das Forças Armadas participaram em operações.

Além disso, novas manifestações foram convocadas nesta sexta-feira para exigir a queda do regime de Bashar al-Assad após a oração desta sexta-feira, como a cada semana desde o início do conflito há 18 meses.

"Os bem-amados do profeta na Síria estão sendo massacrados" é o lema do dia. A referência ao profeta Maomé não é fortuita, pois o mundo muçulmano está sendo sacudido por violentas manifestações contra um vídeo anti-islâmico e charges do profeta publicadas por uma revista francesa.

Em Alepo, grande metrópole do norte do país, confrontos foram registrados perto do quartel de Hanano e os helicópteros do exército atacavam a região, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Vários bairros da cidade eram cenários de combates, assim como a região do aeroporto militar de Managh.

De acordo com o OSDH, 225 pessoas morreram na quinta-feira em atos de violência na Síria, incluindo 140 civis, 39 rebeldes e 46 soldados.

Acompanhe tudo sobre:GuerrasSíriaViolência urbanaAlepo

Mais de Mundo

México confirma visita de Marco Rubio, que se reunirá com Sheinbaum em 3 de setembro

Guerra na Ucrânia 'ainda pode durar muitos meses', alerta chanceler alemão

Ministério do comércio da China apoia empresas de exportação para enfrentar desafios globais

Em cinco anos, número de desaparecidos no mundo cresce quase 70% para 280 mil, afirma Cruz Vermelha