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Afastado, Blatter diz que Infantino será um sucessor digno

Infantino vai completar o resto do mandato presidencial de Blatter, permanecendo no cargo até maio de 2019


	Joseph Blatter: Infantino vai completar o resto do mandato presidencial de Blatter, permanecendo no cargo até maio de 2019
 (Ruben Sprich/Reuters)

Joseph Blatter: Infantino vai completar o resto do mandato presidencial de Blatter, permanecendo no cargo até maio de 2019 (Ruben Sprich/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2016 às 17h18.

Zurique - Afastado da presidência da Fifa, Joseph Blatter se pronunciou sobre a eleição de Gianni Infantino para o comando da entidade, definida em eleição realizada nesta sexta-feira, e apontou o também suíço como um digno sucessor para continuar o seu trabalho.

Blatter elogiou Infantino por sua "experiência, expertise, conhecimento estratégico e habilidades diplomáticas" em um comunicado oficial. Assim, na sua visão, o secretário-geral da Uefa, de 45 anos, "tem todas as qualidades para continuar o meu trabalho e estabilizar a Fifa novamente" depois de uma crise de corrupção.

Infantino vai completar o resto do mandato presidencial de Blatter, permanecendo no cargo até maio de 2019.

O suíço, de 79 anos, foi reeleito em maio do ano passado, dias após a prisão de vários dirigentes da Fifa, mas decidiu deixar o cargo logo depois, pressionado pela pressão pela crise na entidade, convocando novas eleições.

Nesta sexta-feira, porém, Blatter não pôde participar da eleição de Infantino, pois foi suspenso por seis anos, juntamente com Michel Platini, presidente da Uefa, pelo Comitê de Ética da Fifa em razão de um polêmico pagamento da entidade ao dirigente francês.

As calorosas felicitações a Infantino são uma notável mudança de tom para Blatter, que no início da campanha atacou o novo presidente da Fifa, mesmo que eles sejam de regiões vizinhas na Suíça.

Infantino tinha apenas 5 anos quando Blatter entrou na Fifa em 1975. Agora ele o sucede com o desafio de reformar a organização, evitar sua quebra financeira e ainda restaurar a credibilidade em uma entidade em que seus principais líderes estão presos, em fuga ou afastados.

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