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Banco do Brasil volta a patrocinar o vôlei

O atual contrato vai até 2017 e prevê investimentos anuais de R$ 70 milhões ao esporte


	Vôlei: esporte voltou a receber patrocínio do Banco do Brasil
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Vôlei: esporte voltou a receber patrocínio do Banco do Brasil (.)

Guilherme Dearo

Guilherme Dearo

Publicado em 20 de janeiro de 2015 às 10h54.

São Paulo - Depois de ter os pagamentos suspensos em dezembro de 2014, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) voltará a ser patrocinada pelo Banco do Brasil. O patrocínio vale para o vôlei de quadra e praia. 

No mês passado, a Controladoria Geral da União (CGU) paralisou o patrocínio após um relatório apontar irregularidades na entidade. A denúncia surgiu a partir de reportagem da ESPN.

Para que o patrocínio fosse retomado, CBV e BB tiveram de se adequar. As entidades adicionaram novas linhas aos contratos de patrocínio (que existem desde os anos 1990) que falam da implantação, em até 90 dias, das recomendações e medidas descritas pela CGU.

Entre as medidas, estão: a criação de um novo Regulamento de Contratações, a criação de um Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV, a reformulação do Conselho Fiscal, definição de regras para pagamento de bônus de performance a atletas e criação de Ouvidoria.

O atual contrato vai até 2017 e prevê investimentos anuais de R$ 70 milhões ao esporte.

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